अ ओ फ़ाइनल द एस्त्रेला
com vinte e muitos você vai ver
que é isso aí mesmo, acordar, lavar o rosto
palavras inúteis durante a tarde
com vinte e muitos você vai ver
que é isso aí mesmo, acordar, lavar o rosto
palavras inúteis durante a tarde
o dilema compromisso afetivo X liberdade irrestrita
estou de saco cheio
Onde alguém coloca o eu que é o esforço total para acordar remelento e seguir viagem na madruga fria por becos ainda escuros e depois no metrô já lotado e saculejante, sonolento, mal-humorado e morto às seis da manhã quando o sol vem e o dia parece existir mais uma vez diferente e igual para novo assombro de que as coisas continuam por vezes belas e tão belas?
O que essas pessoas querem? Para onde vão?
É assim, você entra num carro e segue no fluxo como numa veia sanguínea. Você pega a bicicleta e entra num carro de cem lugares e vai junto com ele, leucócitos e células cheias de mitocôndrias e pensamento-sangue. Você resolve se casar ou não resolve e se casa mesmo assim e sabe lá o que é que aconteceu. Ou não resolve e também não se casa. Esse é o medo. De não saber até onde vai nosso limite de atuação nesse teatro.
Você se coloca em algo e também é colocado por isso como num vagão de metrô e por tudo o mais ao redor, um equilíbrio dinâmico no movimento de seguir e deixar-se seguir.
Quando decidir algo, vá até o final e fim, é só o que se pode fazer.
Please try to do it.
Há dor de qualquer maneira.
Há outras coisas.
fácil falar, fácil fácil :/
sinto em saber de sua fase, brother apocalíptico, paz
a saída do inferno passa pela velha gentileza
não aconteceu
estou zangado, me desculpe
No metrô escuto: "Este é o Brás, o lugar mais feio do mundo."
A manhã começa dentro da noite. "Você não vai sentar?"
Quem sou eu antes do tempo?
O inverno chama.
Os gatos chamam.
Tomamos café.
Bom dia.
Minhas patas afiadas não conseguem segurar coisa alguma.
O tempo é a folhagem baixa que toca meus pêlos durante a corrida.
Despisto a todos sinuoso dentro da noite.
Quem me viu não se lembra mais do quê.
O vento com dentes e garras correndo sem correr.
Para rasgar?
Para aplacar?
Corro. Sou o leopardo.
Não.
Estou dentro do leopardo.
Ele se enfia no meio do mato fechado para longe dos olhares.
Imenso.
Fora de controle.
O que deseja na tocaia?
Caçar?
Esperar?
Tornar-se humano?
"Autor do livro O corpo, manual do proprietário, Henrique prega uma alimentação consciente. Em 2003, quando escreveu a obra, já estava preocupado com a quantidade de bobagens que as crianças ingerem, sem controle, e quando chegam à adolescência se entopem de drogas, cigarro e álcool. “Se até rádio de pilha tem manual de instrução, por que não podemos fazer um para o nosso próprio corpo, um desconhecido para a maioria das pessoas?”
No livro como na vida, ele não tem restrições a nada. “Restrição é a mãe do desejo. Você não pode, então, deseja. Não tem receita nem radicalismo, porque não existem pessoas iguais, mas momentos, necessidades, decisões, modos de vida. O próprio sistema orgânico é individual, o que é bom para um pode não ser para outro.”
Ele sugere uma mudança de estilo de vida e não de hábitos. “Para mudar, tem que ser pela raiz.” Henrique cita o exemplo de um jovem que quer largar as drogas por intermédio do esporte. Uma bela sexta-feira à noite, o amigo liga chamando para a balada, apesar de ele já ter combinado um passeio na Serra do Cipó, no sábado de manhã.
O jovem, então, tem dois caminhos: ou diz que não pode ir porque já está dormindo, que no dia seguinte vai fazer um programa diferente e dá um olé na turma. Ou cede, mas avisa que não vai usar nada. “Até as 23h, ele fica firme em seu propósito. À meia-noite, toma uma dose de uísque e à uma da madrugada já abandonou todos os seus objetivos e deu um olé para o passeio saudável. Se não mudar o amigo, o social, não dá para mudar o hábito. É como estar na chuva sem se molhar. É uma missão impossível, pois vai estar sempre se colocando numa prova que não será capaz de cumprir. O meio social é maior do que a nossa vontade de mudar um mau hábito."
http://www.saudeplena.com.br/noticias/index_html?opcao=07-0306-02
o monge falou da água toda concentrada
na mente represa (e depois)
o que fazemos com isso?
se você precisa de uma explicação
antes de seguir
(antes de) tudo deve seguir
And I just hope that you can forgive us
But everything must go
And if you need an explanation
Then everything must go
Spectators of suicide
Exploding in society's eyes
Democracy is an empty lie
Dead like our yesterdays tonight
The only free choice is refusal to pay
Life reduced to suicidal pain
Cigarettes a life-line, it's safety in death
Choking on the billboards, advertised and fed